Abortistas não desarmam

MINISTRO DA SAÚDE QUER VIOLENTAR A CONSCIÊNCIA DOS MÉDICOS

Como os “resultados” esperados e anunciados pelo Governo não se têm concretizado, os responsáveis desta política desastrosa querem à viva força que o número de abortos aumente, para “justificar” as razões que levaram à legalização do aborto. Na falta de razões ou argumentos válidos (como os poderá haver?!), pretendem agora condicionar os médicos para atingir tal desiderato.
Porém, face à recusa da Ordem dos Médicos em alterar o artigo do seu código deontológico que proíbe o aborto não terapêutico, o ministro da Saúde promete apresentar uma queixa ao Ministério Público.
É legítimo que nos interroguemos se há algum acordo secreto, de qualquer natureza, com clínicas ou entidades privadas que praticam o aborto, ou se esta gente terá perdido totalmente a razão…

Correia de Campos, ministro da Saúde (?!) pretende que os médicos reneguem o Juramento de Hipócrates e se ponham ao serviço dos caprichos mórbidos do Sr. Ministro e dos desmandos deste governo e do seu Primeiro-ministro que, desde a primeira hora, se empenharam a todo o transe em legalizar o aborto, o que, infelizmente para o Povo Português, conseguiram. Da forma que se sabe: através da medonha falácia que consistiu em enganar tantos e tantos, de forma vil e astuciosa, induzindo-os a votar a favor do aborto, incutindo-lhes a falsa e capciosa ideia de que, se o não fizessem, estariam a contribuir para enviar para a cadeia as mulheres que abortassem…!

Será que ninguém ainda explicou ao Dr. Correia de Campos que os códigos deontológicos de uma ordem profissional não se mudam por decreto, nem pela vontade de um qualquer ministro, e que são os profissionais dessa ordem quem tem legitimidade para decidir sobre tal matéria? E que a classe médica tem por dever inalienável, histórico, milenar, defender a Vida humana? E que tal defesa é o expoente máximo da missão do médico? E que esta missão é certamente a mais nobre da actividade humana? E que não está, nem pode estar, dependente da vontade de um simples e efémero detentor de uma pasta ministerial?

E será que o Sr. Ministro ainda não entendeu que o acto de matar uma criança no ventre da mãe – mesmo que tal acto nefando esteja autorizado por uma lei imoral e abjecta que ele e os seus correligionários congeminaram e fizeram aprovar – é o acto mais bárbaro que existe?

Sr. Ministro, a tanto não chegue a cegueira política! Não brinque com coisas tão sérias! O ridículo tem limites. E ao desvario infrene também alguém acabará por se impor…

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4 comentários em “Abortistas não desarmam”

  1. R.de Assis Says:

    Parabéns! Lute sempre a favor da Vida! É uma luta travada ao lado de Nosso Senhor.

    Infelizmente, ainda existem pessoas como este “ministro”… Gente insensível, sem alma… Como é possível um alto governante ter uma mentalidade deste jaez…?!
    É o mundo em que vivemos. Os das trevas lutam contra os filhos da Luz.
    Nâo desanimemos! Jesus e Maria estão ao nosso lado!

    Abraço em Jesus e Maria


  2. Que gran verdad la que manifiestas, ni un ministro ni un gobierno pueden torcer la conciencia de los médicos, ni mucho menos hacer que renieguen del juramento efectuado, según el criterio del gobernante de turno, a eso se le llama dictadura.
    Muy bien tu blog, sigue con esa valentia que es lo que hace falta en estos momentos.
    Saludos

  3. ICUE Says:

    En España estamos destapando el gran negocio montado por unos esaprensivos criminales, que apoyados de alguna forma por la permisividad del Gobierno, matan niños a cientos en el seno de la madre, que es donde más protegido debia estar.
    El domingo dia 30 celebraremos en Madrid una gran concentración a favor de la familia, rezar por ella.

  4. Hilda Says:

    Lamento no saber portugués por lo cual le entendí solo fragmentos a algunos artículos sin embargo se ve muy interesante lo que escriben, así que ya tengo dos espacios más que conocer a fondo, el de ICUE y el de ustedes.

    Por lo que noto en sus palabras en mi blog y lo que comprendí en el suyo, veo que también son luchadores incansables ante este gran problema. ¡Los felicito y me alegro muchísimo que seamos muchos!!

    Que mal que un médico no pueda hacer uso de su conciencia y libertad de elegir, y que por tanto sea castigado por defender la vida y hacer caso omiso de las voces ignorantes que atentan contra ella.

    Eso es realmente terrible ¿hasta cuando la gente verá la verdad? Por mientras sigamos uniendo nuestras oraciones, voces y actos a favor de toda la vida humana, sea del país que sea y venida en las condiciones que sean, porque es valiosa por ser humana.

    Mis mejores deseos para Portugal. Y nos estamos leyendo.

    Desde México, con afecto. Hilda


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