Arquivo de Novembro 2007

Abortistas não desarmam

Novembro 20, 2007

MINISTRO DA SAÚDE QUER VIOLENTAR A CONSCIÊNCIA DOS MÉDICOS

Como os “resultados” esperados e anunciados pelo Governo não se têm concretizado, os responsáveis desta política desastrosa querem à viva força que o número de abortos aumente, para “justificar” as razões que levaram à legalização do aborto. Na falta de razões ou argumentos válidos (como os poderá haver?!), pretendem agora condicionar os médicos para atingir tal desiderato.
Porém, face à recusa da Ordem dos Médicos em alterar o artigo do seu código deontológico que proíbe o aborto não terapêutico, o ministro da Saúde promete apresentar uma queixa ao Ministério Público.
É legítimo que nos interroguemos se há algum acordo secreto, de qualquer natureza, com clínicas ou entidades privadas que praticam o aborto, ou se esta gente terá perdido totalmente a razão…

Correia de Campos, ministro da Saúde (?!) pretende que os médicos reneguem o Juramento de Hipócrates e se ponham ao serviço dos caprichos mórbidos do Sr. Ministro e dos desmandos deste governo e do seu Primeiro-ministro que, desde a primeira hora, se empenharam a todo o transe em legalizar o aborto, o que, infelizmente para o Povo Português, conseguiram. Da forma que se sabe: através da medonha falácia que consistiu em enganar tantos e tantos, de forma vil e astuciosa, induzindo-os a votar a favor do aborto, incutindo-lhes a falsa e capciosa ideia de que, se o não fizessem, estariam a contribuir para enviar para a cadeia as mulheres que abortassem…!

Será que ninguém ainda explicou ao Dr. Correia de Campos que os códigos deontológicos de uma ordem profissional não se mudam por decreto, nem pela vontade de um qualquer ministro, e que são os profissionais dessa ordem quem tem legitimidade para decidir sobre tal matéria? E que a classe médica tem por dever inalienável, histórico, milenar, defender a Vida humana? E que tal defesa é o expoente máximo da missão do médico? E que esta missão é certamente a mais nobre da actividade humana? E que não está, nem pode estar, dependente da vontade de um simples e efémero detentor de uma pasta ministerial?

E será que o Sr. Ministro ainda não entendeu que o acto de matar uma criança no ventre da mãe – mesmo que tal acto nefando esteja autorizado por uma lei imoral e abjecta que ele e os seus correligionários congeminaram e fizeram aprovar – é o acto mais bárbaro que existe?

Sr. Ministro, a tanto não chegue a cegueira política! Não brinque com coisas tão sérias! O ridículo tem limites. E ao desvario infrene também alguém acabará por se impor…

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