Luto em Portugal – A Lei da Vergonha Nacional

Inicia-se luto nacional.

Quantos bebés foram já triturados, desde ontem (a lei entrou em vigor num Domingo, o dia do Senhor), pela “máquina da morte” ?
Quantos sacos, com os restos desses pequeninos seres vivos que uma lei abjecta e miserável matou, foram até agora deitados ao lixo…? 

Com o apoio e o estímulo do governo da República, as mulheres portuguesas, “acederam” – segundo proclamam tais governantes – à plenitude do regime “democrático”, ou seja, a poder requerer que as instâncias oficiais lhes matem impunemente os seus filhos, bastando-lhes, para tanto, respeitar as específicas condições estabelecidas no diploma legal que as incita ao acto – circunstâncias já bastamente conhecidas, por tão propagandeadas.

É do domínio público que, de acordo com indicadores mais ou menos oficiais, Portugal vem a arrastar-se na cauda da União Europeia em termos económicos, sociais e outros.
Contudo, a partir de agora, na opinião dos promotores e fazedores do dito normativo legal, graças à sua implementação, os portugueses passam, automaticamente, a integrar o grupo dos países mais “avançados”…
Como é previsível, tal “façanha”, trará certamente ao nosso País grandes benefícios, por virmos a ser considerados exemplo de “modernidade e progresso”…

A barbárie instalou-se oficialmente em Portugal. Estamos de LUTO.

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5 comentários em “Luto em Portugal – A Lei da Vergonha Nacional”


  1. Ainda custa-me acreditar que em Portugal o aborto foi, realmente, liberado… Nasci no Brasil, mas sou Português, e parece-me uma frase fácil de se compreender quando se sabe de minha paixão por essa terra. Vivi duas vezes, por meses, em uma aldeia chamada Alvarenga, Conselho de Arouca, Distrito de Aveiro, mas, diante das notícias que me chegam sobre a liberação do aborto, pode acontecer que me perca da próxima vez que aí for. Onde está Portugal?


  2. Na próxima sexta-feira, dia 20, realiza-se uma oração de TaiZé pelo Darfur , às 19h45m, na Igreja de S. Nicolau, na Baixa de Lisboa.

    Participa e divulga! Se não puderes estar presente, reza na mesma.

    bjs em Cristo
    Maria João
    Fé e Missão (Missionários Combonianos)

  3. Alfanje Says:

    Sí… Portugal está de luto.
    Yo soy español y os acompaño en vuestro luto nacional por la vida de tantos inocentes que se van a perder y que se han perdido ya…
    Los españoles no somos inocentes en este juego. Primero hemos sido los que hemos aprovechado y provocado la muerte de vuestros hijos cuando la legislación portuguesa protegía a los no-nacidos. Clínicas de extremadura y de Madrid han hecho mucho beneficio con las “portuguesas”. Yo no lo hice, pero mi nación sí y os quiero pedir perdón por este daño que jamás tuvimos que haceros. (Aljubarrota fue una anécdota, seguro que ha habido más muertes de portugueses en las clínicas de Madrid que en aquella batalla por vuestra independencia).
    Ahora vais a ver que os pasa… lo mismo que ha pasado en España. Nacen en España 400.000 meninos cada año… pues bien, matamos a 180.000 cada año con el aborto. Pero lo bueno es que el Presidente Zapatero ahora descubre que no hay meninos en España… es un lince… los ha matado previamente.

  4. ICUE Says:

    Estamos retrocediendo. Hoy todavía nos estremecemos de horror al asomamos alas fosas de los campos de exterminio alemanes. Cuando las generaciones que vengan tras nosotros se asomen a las fosas del aborto, se horrorizaran mucho más, las cifras serán bastante más abultadas y estremecedoras que las de Alemania.

    . Aquellos desaguisados del pasado fueron hechos de espaldas a la sociedad. Ahora el aborto se ejecuta con la complicidad tácita de la sociedad, que prefiere mirar a otro lado cuando se trata de defender la vida del más débil, incluso se llega a aceptar el aborto como un remedio benéfico.

    Si alguien denuncia esta barbarie genocida, en todo el sentido de la palabra, se le desprecia y margina, lo progre es acatar la barbarie, disfrazada de ayuda a la madre.

    Y, mientras tanto, en los mataderos infantiles se sigue trabajando a destajo.

  5. Luís Says:

    A lei que diz sim à morte
    Às dez semanas de vida
    Aqui joga a sua sorte
    A sociedade perdida


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