Mais Médicos Contra o Aborto

Em dois hospitais de Portugal continental – S. Francisco Xavier (Lisboa) e Pedro Hispano (Matosinhos) – todos os médicos especialistas em ginecologia-obstetrícia são objectores de consciência e recusam-se, por isso, a fazer abortos até às dez semanas de gestação, por vontade da grávida.
Nos Açores, só os médicos da ilha do Faial efectuam abortos.

Depois da objecção de consciência proclamada pelos médicos dos dois maiores hospitais de Portugal, Santa Maria (Lisboa) e Santo António (Porto), e dos médicos dos Açores, mais médicos vêm afirmar alto e bom som que são médicos – não criminosos.

De enaltecer a posição pública tomada por estes médicos, fiéis aos seus princípios deontológicos (antes disso, aos princípios humanitários, como cidadãos). O médico deve salvar vidas, não eliminá-las.
Será, aliás, verdadeira aberração, contra naturam, ver-se um médico a praticar ou encorajar o aborto, pela razão óbvia de que a sua missão é salvar vidas. E um médico, melhor que ninguém, sabe bem que um feto com 10 semanas é um ser humano.
Aliás, hoje já ninguém questiona que a vida começa no preciso instante da fecundação. Por isso, a ordinária e alarve qualificação de alguns pseudo-intelectuais da “esquerda” política, aos pequeninos seres humanos, chamando-lhes “coisas”,  é grave estultícia, reveladora de espíritos insensíveis e torpes.

Esta hedionda lei do aborto, congeminada pelos socialistas que estão no governo, “legitimada” através do resultado de um referendo juridicamente nulo – mais, verdadeiramente inconstitucional, portanto, não vinculativo – e que contou, depois, com a preciosa “ajuda” do PR que não quis (ou teve medo…?!) de vetar a lei, como se impunha – ainda vai dar muitas voltas…

Os portugueses, paulatinamente, vão-se dando conta do logro em que a falácia arquitectada pelo governo os fez cair. Ao mesmo tempo que vão reflectindo sobre os horrores do aborto e das consequências traumáticas, físicas e psíquicas,  irreversíveis para a Mãe que aborta. Também para o pai. Para toda a família. E para a sociedade em que vivemos.

Recordemos o que disse Madre Teresa de Calcutá acerca do aborto:

“O aborto é um assassinato no ventre. Uma criança é um presente de Deus. Se alguém não a quiser, dê-a a mim.
A maior destruição da paz é o aborto; pois se uma mãe pode matar a sua própria criança, o que impede que eu mate o meu próximo e ele me mate?
É uma pobreza de espírito decidir que uma criança deve morrer para que você possa viver como deseja”.

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2 comentários em “Mais Médicos Contra o Aborto”


  1. Me he permitido enlazarte, aprezado amigo. Excelente tu espacio. Un abrazo desde Venezuela, Martha Colmenares

  2. MRC Says:

    Parabéns pelo blog.
    Irei fazer um destaque no blog do Algarve pela Vida
    MRC


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