Arquivo de Julho 2007

Luto em Portugal – A Lei da Vergonha Nacional

Julho 16, 2007

Inicia-se luto nacional.

Quantos bebés foram já triturados, desde ontem (a lei entrou em vigor num Domingo, o dia do Senhor), pela “máquina da morte” ?
Quantos sacos, com os restos desses pequeninos seres vivos que uma lei abjecta e miserável matou, foram até agora deitados ao lixo…? 

Com o apoio e o estímulo do governo da República, as mulheres portuguesas, “acederam” – segundo proclamam tais governantes – à plenitude do regime “democrático”, ou seja, a poder requerer que as instâncias oficiais lhes matem impunemente os seus filhos, bastando-lhes, para tanto, respeitar as específicas condições estabelecidas no diploma legal que as incita ao acto – circunstâncias já bastamente conhecidas, por tão propagandeadas.

É do domínio público que, de acordo com indicadores mais ou menos oficiais, Portugal vem a arrastar-se na cauda da União Europeia em termos económicos, sociais e outros.
Contudo, a partir de agora, na opinião dos promotores e fazedores do dito normativo legal, graças à sua implementação, os portugueses passam, automaticamente, a integrar o grupo dos países mais “avançados”…
Como é previsível, tal “façanha”, trará certamente ao nosso País grandes benefícios, por virmos a ser considerados exemplo de “modernidade e progresso”…

A barbárie instalou-se oficialmente em Portugal. Estamos de LUTO.

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“Máquina da Morte” já em acção!

Julho 15, 2007

A “máquina da morte” dos inocentes já está oficialmente em acção.
Com o beneplácito deste governo, que tanto se empenhou na sua “produção” e na sua “afinação”, que tanto se bateu e propagandeou, com aleivosa mentira, para a sua instituição, enganando vilmente o Povo Português, o “monstro” já ronca assustadoramente…

Regulamentada que está a hedionda “lei do aborto” (aborto a pedido da mulher, até às 10 semanas, sem necessidade de causa justificativa), a “máquina da morte” dos inocentes pode avançar à vontade, desde que se “respeitem”, claro está, as técnicas e as práticas profilacticamente adequadas…
Os médicos e enfermeiros, e demais pessoal paramédico, irão aplicar os seus conhecimentos e a experiência, adquiridos ao longo de árduos anos de estudo e de formação para salvar vidas, mas agora… para servirem a morte!

A única coisa que se lhes pede é que se esmerem na técnica da matança – que o façam segundo as mais sofisticadas e apuradas leges artis

Esventrar uma mãe e matar o seu filho – A consciência do “dever cumprido”…?! 

Quando estão a esventrar uma Mãe para lhe assassinar o filho, que perpassará pela cabeça desta gente…? Que é mais uma tarefa a cumprir…?
E no final da operação, será que dirão uns para os outros, e para si próprios, que ainda bem que foi “bem” cumprida a acção, isto é, que o assassinato do bebé foi “perfeito”? Que foi, pois, um “êxito”, profilacticamente correcto, e de acordo com os requisitos das bem aprendidas e bem utilizadas leges artis…?

E no fim do dia de “trabalho”, vão todos descansadinhos para casa, com a consciência tranquila do “dever” “cumprido”…?

Mas será só isso que se passará nas mentes desses homens? Homens que sempre admirámos pelos seus conhecimentos e pela sua dedicação à causa de salvar vidas, e que, agora, ignobilmente se prestam a servir de condutores da destruição em série de seres humanos vivos ainda em formação…?

Como é possível tanta insensibilidade, tanta torpeza, tamanha crueldade…?!
E que dizer das mulheres, médicas especialistas, obstetras e ginecologistas, Mães… envolvidas nesta horrorosa carnificina…?!!!

Todos estes abortadores dormirão tranquilos, sem que lhes desfile pela mente os corpinhos dos pequeninos seres humanos, desfeitos, barbaramente destroçados…?

“Cristãos” (?!)…

Alguns destes “médicos” e “enfermeiros”, agora transformados em miseráveis e desgraçados verdugos, se calhar até se proclamam “cristãos”, porventura “católicos”…!!!

Que dirão a Deus, à noite, quando Lhe dirigem as suas orações? Dão-Lhe graças pelo dia que passou…? E, na Igreja, como é que se reconciliam com Deus? E atrevem-se a chegar-se à Mesa do Banquete, para receber a hóstia consagrada…?!

A estes algozes dos bebés inocentes, proponho-lhes a reflexão sobre uma frase de Dwight Moody, admirável pregador da Mensagem de Nosso Senhor Jesus Cristo:

“Senhor, trata-me amanhã como eu tratei os meus irmãos hoje!”

Acções públicas contra a lei do aborto

Julho 13, 2007

Movimentos anti-aborto vão organizar várias acções públicas este fim-de-semana, em diversos hospitais do país, para assinalar a entrada em vigor da regulamentação da lei da Interrupção Voluntária da Gravidez.

Sábado, 14 Julho:
Em Lisboa, vão decorrer acções no Hospital de Santa Maria e na Maternidade Alfredo da Costa.
O Hospital de São João (Porto), o Hospital Garcia da Orta (Almada), o Hospital Dr. José Maria Grande (Portalegre) e o Hospital de São Marcos (Braga), são outros dos locais onde este sábado os movimentos anti-aborto farão protestos.

Domingo, 15 Julho:
Estão marcadas acções contra a lei do aborto no Hospital de Faro e no Hospital de Bragança.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=286023

Sensatez e Humanidade

Julho 13, 2007

Mais objectores de consciência

Continuam os médicos de Portugal a dar a resposta adequada à infame lei do aborto aprovada pela maioria socialista, em clara violação da Constituição, que decorre de um referendo inválido, facto jurídico que aqui apontámos logo na primeira hora.

Depois dos grandes hospitais do continente – Santa Maria e de S . Francisco Xavier (ambos de Lisboa) , São João (Porto), Pedro Hispano (Matosinhos) – e de todos os hospitais dos Açores (à excepção do hospital da ilha do Faial), são agora os 19 hospitais das Misericórdias que se vão recusar a fazer interrupções voluntárias da gravidez (IVG), mantendo uma decisão tomada quando do primeiro referendo à despenalização do aborto, disse o presidente do organismo que gere estas unidades.

Na Região Autónoma da Madeira, a lei que permite o aborto a pedido da mulher não será aplicada enquanto o Tribunal Constitucional não se pronunciar sobre a mesma.

Este governo irá suprir a falta de abortadores em Portugal com a importação de abortadores espanhóis, com a facilitação para a implantação em Portugal das modernas e profilácticas clínicas espanholas, ou enviará as mulheres portuguesas a Espanha, onde se pratica o aborto, impunemente, até aos 8 meses…?
A Espanha acorrem mulheres de todo o mundo para abortar, o que deixará certamente os actuais governantes espanhóis – que têm apoiado o florescimento (passe a expressão…) do negócio do aborto – muito satisfeitos com a entrada de tantas divisas, mercê desta espécie de turismo lúgubre e letal…

Continuemos a luta a favor da Vida e contra o assassinato dos bebés inocentes!

Mais Médicos Contra o Aborto

Julho 9, 2007

Em dois hospitais de Portugal continental – S. Francisco Xavier (Lisboa) e Pedro Hispano (Matosinhos) – todos os médicos especialistas em ginecologia-obstetrícia são objectores de consciência e recusam-se, por isso, a fazer abortos até às dez semanas de gestação, por vontade da grávida.
Nos Açores, só os médicos da ilha do Faial efectuam abortos.

Depois da objecção de consciência proclamada pelos médicos dos dois maiores hospitais de Portugal, Santa Maria (Lisboa) e Santo António (Porto), e dos médicos dos Açores, mais médicos vêm afirmar alto e bom som que são médicos – não criminosos.

De enaltecer a posição pública tomada por estes médicos, fiéis aos seus princípios deontológicos (antes disso, aos princípios humanitários, como cidadãos). O médico deve salvar vidas, não eliminá-las.
Será, aliás, verdadeira aberração, contra naturam, ver-se um médico a praticar ou encorajar o aborto, pela razão óbvia de que a sua missão é salvar vidas. E um médico, melhor que ninguém, sabe bem que um feto com 10 semanas é um ser humano.
Aliás, hoje já ninguém questiona que a vida começa no preciso instante da fecundação. Por isso, a ordinária e alarve qualificação de alguns pseudo-intelectuais da “esquerda” política, aos pequeninos seres humanos, chamando-lhes “coisas”,  é grave estultícia, reveladora de espíritos insensíveis e torpes.

Esta hedionda lei do aborto, congeminada pelos socialistas que estão no governo, “legitimada” através do resultado de um referendo juridicamente nulo – mais, verdadeiramente inconstitucional, portanto, não vinculativo – e que contou, depois, com a preciosa “ajuda” do PR que não quis (ou teve medo…?!) de vetar a lei, como se impunha – ainda vai dar muitas voltas…

Os portugueses, paulatinamente, vão-se dando conta do logro em que a falácia arquitectada pelo governo os fez cair. Ao mesmo tempo que vão reflectindo sobre os horrores do aborto e das consequências traumáticas, físicas e psíquicas,  irreversíveis para a Mãe que aborta. Também para o pai. Para toda a família. E para a sociedade em que vivemos.

Recordemos o que disse Madre Teresa de Calcutá acerca do aborto:

“O aborto é um assassinato no ventre. Uma criança é um presente de Deus. Se alguém não a quiser, dê-a a mim.
A maior destruição da paz é o aborto; pois se uma mãe pode matar a sua própria criança, o que impede que eu mate o meu próximo e ele me mate?
É uma pobreza de espírito decidir que uma criança deve morrer para que você possa viver como deseja”.

União Europeia – uma “agenda secreta do aborto”

Julho 6, 2007

Relatório europeu incita à promoção do aborto

O deputado europeu Nirj Deva denunciou, durante uma intervenção no Parlamento Europeu, que, por detrás do relatório apresentado sobre as metas do desenvolvimento para este milénio (“MDGs at the Midway Point”), esconde-se uma agenda secreta da promoção do aborto.

“As metas de redução da pobreza e da doença, e de um maior acesso à educação, encobrem a promoção do aborto ao referir-se à saúde e aos “direitos” sexuais e reprodutivos”.

“Este relatório do Parlamento Europeu – afirmou o parlamentar britânico Nirj Deva – tem muito pouco a ver com o “direito da mulher a poder escolher”, e muito com as figuras do controlo da população no Terceiro Mundo”.

Entre tantos e tantos dislates, eis mais uns “frutos” dos “ideólogos” de um Parlamento Europeu descristianizado e insensível aos reais problemas humanos …

fonte: “Fundación Vida”