Luto em Portugal – A Lei da Vergonha Nacional

Posted Julho 16, 2007 by ocanto
Categories: Aborto, Vida

Inicia-se luto nacional.

Quantos bebés foram já triturados, desde ontem (a lei entrou em vigor num Domingo, o dia do Senhor), pela “máquina da morte” ?
Quantos sacos, com os restos desses pequeninos seres vivos que uma lei abjecta e miserável matou, foram até agora deitados ao lixo…? 

Com o apoio e o estímulo do governo da República, as mulheres portuguesas, “acederam” – segundo proclamam tais governantes – à plenitude do regime “democrático”, ou seja, a poder requerer que as instâncias oficiais lhes matem impunemente os seus filhos, bastando-lhes, para tanto, respeitar as específicas condições estabelecidas no diploma legal que as incita ao acto – circunstâncias já bastamente conhecidas, por tão propagandeadas.

É do domínio público que, de acordo com indicadores mais ou menos oficiais, Portugal vem a arrastar-se na cauda da União Europeia em termos económicos, sociais e outros.
Contudo, a partir de agora, na opinião dos promotores e fazedores do dito normativo legal, graças à sua implementação, os portugueses passam, automaticamente, a integrar o grupo dos países mais “avançados”…
Como é previsível, tal “façanha”, trará certamente ao nosso País grandes benefícios, por virmos a ser considerados exemplo de “modernidade e progresso”…

A barbárie instalou-se oficialmente em Portugal. Estamos de LUTO.

“Máquina da Morte” já em acção!

Posted Julho 15, 2007 by ocanto
Categories: Aborto, Vida

A “máquina da morte” dos inocentes já está oficialmente em acção.
Com o beneplácito deste governo, que tanto se empenhou na sua “produção” e na sua “afinação”, que tanto se bateu e propagandeou, com aleivosa mentira, para a sua instituição, enganando vilmente o Povo Português, o “monstro” já ronca assustadoramente…

Regulamentada que está a hedionda “lei do aborto” (aborto a pedido da mulher, até às 10 semanas, sem necessidade de causa justificativa), a “máquina da morte” dos inocentes pode avançar à vontade, desde que se “respeitem”, claro está, as técnicas e as práticas profilacticamente adequadas…
Os médicos e enfermeiros, e demais pessoal paramédico, irão aplicar os seus conhecimentos e a experiência, adquiridos ao longo de árduos anos de estudo e de formação para salvar vidas, mas agora… para servirem a morte!

A única coisa que se lhes pede é que se esmerem na técnica da matança – que o façam segundo as mais sofisticadas e apuradas leges artis

Esventrar uma mãe e matar o seu filho – A consciência do “dever cumprido”…?! 

Quando estão a esventrar uma Mãe para lhe assassinar o filho, que perpassará pela cabeça desta gente…? Que é mais uma tarefa a cumprir…?
E no final da operação, será que dirão uns para os outros, e para si próprios, que ainda bem que foi “bem” cumprida a acção, isto é, que o assassinato do bebé foi “perfeito”? Que foi, pois, um “êxito”, profilacticamente correcto, e de acordo com os requisitos das bem aprendidas e bem utilizadas leges artis…?

E no fim do dia de “trabalho”, vão todos descansadinhos para casa, com a consciência tranquila do “dever” “cumprido”…?

Mas será só isso que se passará nas mentes desses homens? Homens que sempre admirámos pelos seus conhecimentos e pela sua dedicação à causa de salvar vidas, e que, agora, ignobilmente se prestam a servir de condutores da destruição em série de seres humanos vivos ainda em formação…?

Como é possível tanta insensibilidade, tanta torpeza, tamanha crueldade…?!
E que dizer das mulheres, médicas especialistas, obstetras e ginecologistas, Mães… envolvidas nesta horrorosa carnificina…?!!!

Todos estes abortadores dormirão tranquilos, sem que lhes desfile pela mente os corpinhos dos pequeninos seres humanos, desfeitos, barbaramente destroçados…?

“Cristãos” (?!)…

Alguns destes “médicos” e “enfermeiros”, agora transformados em miseráveis e desgraçados verdugos, se calhar até se proclamam “cristãos”, porventura “católicos”…!!!

Que dirão a Deus, à noite, quando Lhe dirigem as suas orações? Dão-Lhe graças pelo dia que passou…? E, na Igreja, como é que se reconciliam com Deus? E atrevem-se a chegar-se à Mesa do Banquete, para receber a hóstia consagrada…?!

A estes algozes dos bebés inocentes, proponho-lhes a reflexão sobre uma frase de Dwight Moody, admirável pregador da Mensagem de Nosso Senhor Jesus Cristo:

“Senhor, trata-me amanhã como eu tratei os meus irmãos hoje!”

Acções públicas contra a lei do aborto

Posted Julho 13, 2007 by ocanto
Categories: Uncategorized

Movimentos anti-aborto vão organizar várias acções públicas este fim-de-semana, em diversos hospitais do país, para assinalar a entrada em vigor da regulamentação da lei da Interrupção Voluntária da Gravidez.

Sábado, 14 Julho:
Em Lisboa, vão decorrer acções no Hospital de Santa Maria e na Maternidade Alfredo da Costa.
O Hospital de São João (Porto), o Hospital Garcia da Orta (Almada), o Hospital Dr. José Maria Grande (Portalegre) e o Hospital de São Marcos (Braga), são outros dos locais onde este sábado os movimentos anti-aborto farão protestos.

Domingo, 15 Julho:
Estão marcadas acções contra a lei do aborto no Hospital de Faro e no Hospital de Bragança.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=286023

Sensatez e Humanidade

Posted Julho 13, 2007 by ocanto
Categories: Aborto, Vida

Mais objectores de consciência

Continuam os médicos de Portugal a dar a resposta adequada à infame lei do aborto aprovada pela maioria socialista, em clara violação da Constituição, que decorre de um referendo inválido, facto jurídico que aqui apontámos logo na primeira hora.

Depois dos grandes hospitais do continente – Santa Maria e de S . Francisco Xavier (ambos de Lisboa) , São João (Porto), Pedro Hispano (Matosinhos) – e de todos os hospitais dos Açores (à excepção do hospital da ilha do Faial), são agora os 19 hospitais das Misericórdias que se vão recusar a fazer interrupções voluntárias da gravidez (IVG), mantendo uma decisão tomada quando do primeiro referendo à despenalização do aborto, disse o presidente do organismo que gere estas unidades.

Na Região Autónoma da Madeira, a lei que permite o aborto a pedido da mulher não será aplicada enquanto o Tribunal Constitucional não se pronunciar sobre a mesma.

Este governo irá suprir a falta de abortadores em Portugal com a importação de abortadores espanhóis, com a facilitação para a implantação em Portugal das modernas e profilácticas clínicas espanholas, ou enviará as mulheres portuguesas a Espanha, onde se pratica o aborto, impunemente, até aos 8 meses…?
A Espanha acorrem mulheres de todo o mundo para abortar, o que deixará certamente os actuais governantes espanhóis – que têm apoiado o florescimento (passe a expressão…) do negócio do aborto – muito satisfeitos com a entrada de tantas divisas, mercê desta espécie de turismo lúgubre e letal…

Continuemos a luta a favor da Vida e contra o assassinato dos bebés inocentes!

Mais Médicos Contra o Aborto

Posted Julho 9, 2007 by ocanto
Categories: Aborto, Vida

Em dois hospitais de Portugal continental – S. Francisco Xavier (Lisboa) e Pedro Hispano (Matosinhos) – todos os médicos especialistas em ginecologia-obstetrícia são objectores de consciência e recusam-se, por isso, a fazer abortos até às dez semanas de gestação, por vontade da grávida.
Nos Açores, só os médicos da ilha do Faial efectuam abortos.

Depois da objecção de consciência proclamada pelos médicos dos dois maiores hospitais de Portugal, Santa Maria (Lisboa) e Santo António (Porto), e dos médicos dos Açores, mais médicos vêm afirmar alto e bom som que são médicos – não criminosos.

De enaltecer a posição pública tomada por estes médicos, fiéis aos seus princípios deontológicos (antes disso, aos princípios humanitários, como cidadãos). O médico deve salvar vidas, não eliminá-las.
Será, aliás, verdadeira aberração, contra naturam, ver-se um médico a praticar ou encorajar o aborto, pela razão óbvia de que a sua missão é salvar vidas. E um médico, melhor que ninguém, sabe bem que um feto com 10 semanas é um ser humano.
Aliás, hoje já ninguém questiona que a vida começa no preciso instante da fecundação. Por isso, a ordinária e alarve qualificação de alguns pseudo-intelectuais da “esquerda” política, aos pequeninos seres humanos, chamando-lhes “coisas”,  é grave estultícia, reveladora de espíritos insensíveis e torpes.

Esta hedionda lei do aborto, congeminada pelos socialistas que estão no governo, “legitimada” através do resultado de um referendo juridicamente nulo – mais, verdadeiramente inconstitucional, portanto, não vinculativo - e que contou, depois, com a preciosa “ajuda” do PR que não quis (ou teve medo…?!) de vetar a lei, como se impunha – ainda vai dar muitas voltas…

Os portugueses, paulatinamente, vão-se dando conta do logro em que a falácia arquitectada pelo governo os fez cair. Ao mesmo tempo que vão reflectindo sobre os horrores do aborto e das consequências traumáticas, físicas e psíquicas,  irreversíveis para a Mãe que aborta. Também para o pai. Para toda a família. E para a sociedade em que vivemos.

Recordemos o que disse Madre Teresa de Calcutá acerca do aborto:

“O aborto é um assassinato no ventre. Uma criança é um presente de Deus. Se alguém não a quiser, dê-a a mim.
A maior destruição da paz é o aborto; pois se uma mãe pode matar a sua própria criança, o que impede que eu mate o meu próximo e ele me mate?
É uma pobreza de espírito decidir que uma criança deve morrer para que você possa viver como deseja”.

União Europeia – uma “agenda secreta do aborto”

Posted Julho 6, 2007 by ocanto
Categories: Aborto, Vida

Relatório europeu incita à promoção do aborto

O deputado europeu Nirj Deva denunciou, durante uma intervenção no Parlamento Europeu, que, por detrás do relatório apresentado sobre as metas do desenvolvimento para este milénio (“MDGs at the Midway Point”), esconde-se uma agenda secreta da promoção do aborto.

“As metas de redução da pobreza e da doença, e de um maior acesso à educação, encobrem a promoção do aborto ao referir-se à saúde e aos “direitos” sexuais e reprodutivos”.

“Este relatório do Parlamento Europeu – afirmou o parlamentar britânico Nirj Deva – tem muito pouco a ver com o “direito da mulher a poder escolher”, e muito com as figuras do controlo da população no Terceiro Mundo”.

Entre tantos e tantos dislates, eis mais uns “frutos” dos “ideólogos” de um Parlamento Europeu descristianizado e insensível aos reais problemas humanos …

fonte: “Fundación Vida”

Mais Objectores de Consciência

Posted Junho 12, 2007 by ocanto
Categories: Aborto, Vida

Mais Médicos declaram-se Objectores de Consciência

Depois do Hospital de Santa Maria, de Lisboa, são agora os médicos do Santo António, do Porto, que vêm proclamar o direito à objecção de consciência na realização de abortos, a pedido da mulher, até às 10 semanas, sem causa justificativa, tal como agora está definido na lei.

Também nos Açores,  a objecção de consciência foi alegada pelos seis obstetras do Hospital de Angra do Heroísmo, da Ilha Terceira. A mesma decisão foi tomada pelos 17 enfermeiros do serviço de Obstetrícia do mesmo hospital.
Os obstetras do Hospital de Ponta Delgada manifestaram a intenção de tomar a mesma atitude dos seus colegas da Terceira, embora aguardem ainda a regulamentação da lei e o documento a ser generalizado a nível nacional para manifestação da objecção de consciência.

Que dirão agora o Primeiro Ministro e o seu governo, que tanto se bateram para aprovar a miserável e nefanda lei…?

Já se sabia que esta imoral e vergonhosa modificação da lei do aborto, atentatória da dignidade humana, tinha sido urdida, pela gente que está no poder, de forma sórdida e à revelia da vontade dos Portugueses, vilmente enganados pela forma falaciosa como a pergunta do referendo foi formulada. Vêm agora os profissionais da saúde afirmar, clara e inequivocamente, a sua absoluta discordância com o que foi legislado.

Cavaco Silva teve nas mãos a possibilidade de reparar o mal que se estava a cometer. Bastar-lhe-ia vetar a iníqua lei.
Alertado por muitos, de vários quadrantes políticos e sociais, para a necessidade de pôr freio a esse desmando que se estava a preparar, de consequências nefastas e imprevisíveis para o País, o PR não quis “ofender” os nossos néscios (des)governantes, e não assumiu a única atitude digna que se impunha. Ao contrário, deixou correr…

São agora os profissionais de saúde, médicos e enfermeiros, conhecedores, como ninguém, do sofrimento físico e moral da mulher que aborta, que vêm a terreiro proclamar bem alto não querer pactuar com a morte deliberada de inocentes, não querer sujar as mãos em tão hediondo crime.

Esta tomada de posição é esclarecedora. Fica à meditação de todos aqueles que – uns, por comodidade ou por falta de informação; outros, quiçá por interesses inconfessáveis – não foram capazes ou não quiseram denunciar, ou simplesmente pactuaram, com o facilitismo, com o “deixa ir”… nesta questão verdadeiramente crucial para a Nação Portuguesa.

Mas a luta continua. Tal como sempre temos dito, depois da vergonhosa aprovação desta lei abjecta do aborto, a luta continua.
Sempre a favor da dignidade da mulher e Mãe, a favor do direito a nascer dos bebés.

Choisir La Vie

Posted Maio 30, 2007 by ocanto
Categories: Aborto, Vida

DIA NACIONAL pela VIDA – França
DIA da FAMÍLIA – Itália

FRANÇA – Em França celebra-se, no próximo Domingo, o Dia Nacional pela Vida.  Há 8 anos consecutivos que é celebrado este dia em que se festejam as mães que acolheram a vida, sendo ao mesmo tempo uma homenagem aos defensores da vida. É uma ocasião para testemunhar a necessidade da defesa da vida de todo o ser humano desde a sua concepção.

Esta iniciativa, que contou com a colaboração das “Associations Familiales Catholiques (AFC)” e da “Union Pour la Vie (UPV)”, surgiu como resposta ao apelo lançado pelo Papa João Paulo II, na Encíclica “O Evangelho da Vida”.
http://www.choisirlavie.org

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ITÁLIA – Dia da Família – “Più famiglia” (“Mais família)
http://www.forumfamiglie.org

Foi este o lema da grande manifestação ocorrida na Praça San Giovanni, em Roma, no passado dia 12 de Maio, denominado DIA DA FAMÍLIA, que congregou largos milhares de famílias, que proclamaram bem alto que a verdadeira prioridade social deve centrar-se na Família, célula-base e cerne de toda a sociedade.
O Forum das associações e movimentos em prol da defesa da família aprovou e subscreveu o Manifesto com o título “Più famiglia” (“Mais família”), e com o subtítulo “Ciò che è bene per la famiglia è bene per il Paese” (“O que é bom para a família é bom para o País”), onde se sublinha a necessidade de políticas públicas de promoção da família, ao mesmo tempo que se solicita a assunção de responsabilidades da parte dos legisladores.

Foi aprovado um documento (“Si alla famiglia, la vera priorità sociale” – “Sim à família, a verdadeira prioridade social”) que constituirá a base de uma grande mobilização nacional contra qualquer hipótese legislativa de equiparação das uniões de facto à família fundada no matrimónio.

E neste cantinho ao sul da Europa, o que vamos fazendo nós, para defender a família dos ataques insidiosos de que está a ser vítima, sobretudo agora que foi aprovada a permissão legal para o assassinato dos bebés, eufemisticamente chamada “interrupção voluntária da gravidez”?
Para quando uma mobilização nacional, que mostre a estes (des) governantes que nos impingiram, a força da Família? Fica à reflexão e espera-se a acção de todos nós!

Albert Camus – Agnóstico?

Posted Maio 9, 2007 by ocanto
Categories: Religião

Livro do reverendo metodista Howard Mumma revela um Camus à procura da Fé

Albert Camus, homem inquieto que perseguiu sempre o sentido da vida, tem sido considerado um agnóstico, e falsamente apelidado de “existencialista” – apodo que ele próprio rejeitava.
A obra de Camus não é uma defesa do absurdo da existência, como se quer fazer crer, mas um grito eloquente de que o mundo só responde com o absurdo à inquietação do coração humano para encontrar o sentido da vida.

Só nos seus últimos dias terrenos Camus encontrou o verdadeiro sentido da vida.

A este propósito, saíram agora a lume as conversas que Albert Camus e o reverendo metodista Howard Mumma tiveram há 50 anos em Paris.


Publicado por editora de língua castelhana, o extraordinário testemunho de Mumma recolhe extensos e profundos diálogos com Camus, e mostra até que ponto o “existencialista” lutou para alcançar a fé que lhe desse aquilo que o mundo não lhe oferecia.

O relato deste processo de inquietação para conhecer a resposta que dá a Fé Cristã às interrogações mais profundas do ser humano, revela um escritor derrotado pelo êxito e insatisfeito pela impossibilidade de encontrar na luta política pela justiça uma solução para os problemas do mundo: “Sou um homem exausto e desiludido. É impossível viver sem sentido”.

Pelos anos cinquenta, o reverendo metodista Mumma oficiava serviços religiosos
em Paris. O literato francês frequentava esse templo para escutar o organista Marcel Dupré. Desde logo, porém, a pregação de Mumma o cativou.

Mais de quarenta anos após a morte de Camus, o nonagenário Mumma revela o segredo das suas conversas com Camus: a progressiva aproximação de Camus à Fé Cristã, ao mistério da Graça para superar a angústia da injustiça, do sofrimento e da morte – (“El existencialista hastiado”. Howard Mumma – Voz de Papel. Madrid 2005).

Camus sintetiza assim o seu itinerário espiritual com uma personagem do Evangelho: «Sinto-me totalmente identificado com Nicodemos, porque, tal como ele, não entendo bem o que queria Jesus dizer quando lhe disse que tinha de nascer de novo. Mas é isso o que eu quero, é a esse nascer de novo que eu quero comprometer a minha vida”.

Camus pretendia ser baptizado. Infelizmente, o trágico acidente de viação em que perdeu a vida impediu a concretização de tal desejo.

A despedida de Mumma y Camus terminou com a frase mais desconcertante do relato para aqueles que continuam a ver no Nobel francês um defensor do agnosticismo: “Meu amigo, vou continuar a lutar por alcançar a Fé!”

Mãe Soberana

Posted Abril 26, 2007 by ocanto
Categories: Uncategorized

Lei do aborto em vigor… e sem regulamentação

Posted Abril 23, 2007 by ocanto
Categories: Aborto, Direito, Vida

Por grande vontade e empenhamento do PS e seus aliados, uma grávida já pode pedir para abortar.

A nova lei que permite a interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas já vigora, mas a maior parte dos hospitais não está preparada para lhe dar resposta.

Sabe-se que a maior parte dos estabelecimentos de saúde públicos não dispõe do medicamento que será usado numa parte substancial dos abortos.

No entanto, os hospitais ainda têm algum tempo para adquirir a chamada “pílula abortiva” – está previsto um prazo de 60 dias para a regulamentação da lei, publicada em Diário de República a 17 de Abril.

Mas não deixa de ser “engraçado” ver que apesar de este aborto já ter deixado de ser crime, as unidades do Serviço Nacional de Saúde não têm quaisquer indicações que lhes permitam cumprir a lei. Para a sua regulamentação foi concedido, ao Ministério da Saúde, um prazo que terminará no dia 21 de Junho.

Esta regulamentação passa por várias questões que estão a ser estudadas por uma comissão de peritos – a definição dos locais onde a mulher se deve dirigir; como se procede à consulta prévia; como provar que a gravidez não dura há mais de dez semanas; a forma como os hospitais se devem organizar para cumprir os prazos; a objecção de consciência que os médicos podem invocar para não praticarem abortos.

Convém sublinhar que, do ponto de vista das regras da medicina, a interrupção voluntária da gravidez não deixa de ser punida! À luz do actual código deontológico, um médico continua a ser alvo de processo disciplinar pela Ordem.

No entanto, Pedro Nunes (bastonário da Ordem) afirmou que tal não vai acontecer: “Não faz sentido o conselho disciplinar decidir a punição de um médico, porque este em seguida recorrerá ao Tribunal Administrativo e ganha”.

O código deontológico está a ser revisto mas vai manter-se praticamente inalterável. A deontologia médica vai continuar a privilegiar o respeito pela vida, embora a Ordem deixe de punir os médicos que façam abortos.

Que incongruência…no mínimo.

Cavaco Silva desilude

Posted Abril 17, 2007 by ocanto
Categories: Aborto, Direito, Vida

O Senhor Presidente da República prestou um mau serviço ao País. Não submeteu a lei do aborto à fiscalização preventiva do Tribunal Constitucional. Daí se ter pensado que iria exercer o direito de veto – a única atitude nobre e digna na defesa da vida, direito natural consagrado na Constituição da República Portuguesa.

A mais elementar sensatez reclamava essa tomada de posição. Mas não. O Presidente da República não vetou o diploma, antes preferiu passar mais um cheque em branco ao governo socialista. Como se estes socialistas fossem gente em que se possa confiar…
Custa a perceber como é que um homem  maduro e experimentado na política consegue ser tão ingénuo e “anjinho”…

Cavaco Silva, como é seu hábito (recorde-se os tempos dos famosos “tabus”…), quando tem de tomar decisões de peso, fica-se no silêncio, e parece mostrar tibieza e receio quando confrontado com graves questões que precisam de uma definição inicial clara, frontal e radical.
Não toma posição, e prefere colocar-se na esfíngica atitude de quem pretende aparentar sabedoria.

O Senhor Presidente, a bem da transparência e da verdade, deveria, desde logo, antes do referendo, ter deixado bem definida perante os Portugueses a sua opinião sobre tão magna questão, isto é, se era a favor ou contra o aborto. Nas grandes questões nacionais, o papel do Presidente é esse mesmo: dizer aos que o elegeram e esperam uma palavra de orientação o que pensa sobre candentes problemas nacionais. Sem medo. Com verdade. Não para agradar a gregos e troianos… -  mas para servir os superiores interesses do País.

Porém, Cavaco Silva, incapaz de dar corpo à verdade, fez como o timorato Pilatos: lavou as mãos e remeteu o problema para os outros – ou seja, promulgou uma lei que deveria ter vetado, e  deixou uma longa e confusa “mensagem” aos  deputados e aos governantes, na esperança (?!) de que estes atendam às suas avisadas recomendações… !
É mais que certo que Governo e Parlamento farão orelhas moucas à mensagem e às recomendações do PR. De que é que o Senhor Presidente estava à espera…?

Mais uma vez (parece ser seu timbre…), não se comprometeu, quis ficar de bem com Deus e com o diabo… Quando era decisiva uma tomada de posição enérgica e frontal, viril, o PR mostrou pusilanimidade…

O País não precisa de um Presidente “bem comportado”, politicamente correcto, de “não fazer ondas”, e cuja única preocupação parece ser a de procurar estar em sintonia perfeita com o Governo (na esperança de uma próxima reeleição? Ainda estamos tão longe…!)…
Um Presidente assim não serve os interesses dos cidadãos. O nosso País exige um alto magistrado que zele pelos princípios sagrados, que defenda os Portugueses das iniquidades dos governantes, das tolices, dos desmandos, das leis imorais, dos atentados à vida, dos crimes, do aborto.

A história não deixará de acusar este homem que teve nas mãos a possibilidade de evitar a vigência de uma lei iníqua, imoral e assassina, e – por medo(?), táctica (?!), ou sabe-se lá porquê…. – não usou dos poderes que tinha para lhe pôr cobro e salvar da morte tantos bebés que não chegarão a ver a luz do dia!

A bem dos bebés indefesos

Posted Abril 2, 2007 by ocanto
Categories: Aborto, Direito, Vida

CAVACO SILVA DEVE VETAR A LEI DO ABORTO

Continua a luta contra a legalização infame do aborto sem motivo justificado até às 10 semanas (depois… será até às quantas? Até ao “birth partial abortion”, essa horrenda e diabólica invenção da legislação norte-americana, que camufla um infanticídio em aborto, permitindo a matança de um bebé no útero da mãe, praticamente no acto de nascer…?!)

Depois de haver passado o prazo para a fiscalização preventiva da constitucionalidade da nova lei do aborto, sem que o Senhor Presidente da República haja usado desse mecanismo constitucional, o diploma está agora nas suas mãos, pelo que se espera que o mais alto magistrado da Nação tome a única atitude verdadeiramente nobre e digna, que se impõe, depois de o governo socialista e o seu grupo parlamentar terem enganado da forma mais vil e torpe o bom povo português: exercer o direito de veto.

A moral e o bom senso, e, mesmo, o positivismo legal, determinam que não poderá haver alternativa no que a esta questão se refere.
Depois de ter sido feito um referendo com uma pergunta falaciosa para iludir a maioria incauta dos eleitores e condicionar a votação no sentido do sim ao aborto; depois da aprovação ilegal do referendo que não reuniu resultados para ser validado, pois os eleitores que não votaram (mais de metade) tornaram a vitória do «sim» juridicamente não vinculativa; depois de ilegitimamente a lei sobre o aborto haver sido aprovada na Assembleia da República, com manifesta transgressão e inequívoco atentado ao princípio da inviolabilidade da vida consagrado na Constituição, e sem que, por outro lado, houvesse sido conseguido o consenso alargado para a sua “aprovação” (com votos apenas dos partidos da ”esquerda”, e alguns poucos, espúrios, de deputados do centro-direita), contrariamente ao que o Presidente da República sugeriu e pretendia – para evitar clivagens entre os portugueses, em matéria tão melindrosa e delicada – é bem de ver que Cavaco Silva apenas pode tomar uma decisão: VETAR A LEI.

Se o fizer, ganhará o respeito do povo português e terá contribuído decisivamente para que não se escancarem as portas ao mais ignóbil e nefando dos crimes, que é o da matança de bebés inocentes e indefesos!

Consequências psicológicas para a mulher que aborta

Posted Março 26, 2007 by ocanto
Categories: Aborto, Vida

O aborto é tão contrário à ordem natural das coisas, que, automaticamente, induz uma sensação de culpa.

Quais são os problemas que uma mulher que provocou o aborto deve encarar? Antes de tudo e principalmente, a necessidade de enfrentar a realidade de ter provocado um aborto.

A verdade é que, quando uma mulher aceita submeter-se a um aborto, ela concorda em assistir à execução de seu próprio filho. Esta amarga realidade que ela tem que encarar, é exactamente o oposto do que a família e a sociedade espera da mulher: que seja paciente, amorosa e maternal. Isso também vai contra a realidade biológica da mulher, que é preparada especialmente para gerar e cuidar de seu filho ainda não nascido.

Assumir o papel de “matadora”, particularmente de seu próprio filho, sobre o qual ela própria reconhece a responsabilidade de proteger, é extremamente doloroso e difícil.

O aborto é tão contrário à ordem natural das coisas, que automaticamente induz uma sensação de culpa na mulher. Os terapeutas têm observado pavores irracionais e depressões ligadas às experiências abortivas, conjunto de sintomas a que chamam “síndrome pós-aborto” (SPA).

A terapeuta americana, Dra. Terry Selby, defende que o aborto é, antes de tudo, um procedimento físico, mas que produz um choque no sistema nervoso e provoca um impacto na personalidade da mulher. Além deste problema psicológico, cada mulher que se submeteu a um aborto terá de encarar a morte de seu filho, que não nasceu, como uma realidade social, emocional, intelectual e espiritual. Quanto maior a negação, a rejeição, maior será a dificuldade para a mulher de enfrentar a realidade da experiência abortiva, mais graves serão as reacções, e mais doloroso será o tratamento.

Nenhuma criatura é tão amada nesta terra como o bebé por parte de sua mãe; e nenhuma criatura depende tanto da outra, como um bebé depende da mãe. É a relação humana mais intensa que a humanidade conhece. A mãe está pronta até a dar a vida por ele. Aliás, até com os animais ocorre assim. Se formos brincar com os pintainhos de uma galinha, ela certamente vai defendê-los, avançando contra nós. Nem a cobra mata os seus filhotes… É lógico, portanto, que o aborto é uma grande violência para mãe, e também para o bebé.

O instinto materno é um dos mais fortes na mulher; por isso, ela jamais calará a voz da sua consciência diante da prática do aborto. Ela sabe que matou o próprio filho e sabe que Deus também sabe. Muitas mulheres que abortaram deram o testemunho de que só encontraram a paz depois que se converteram e receberam o perdão de Deus.

O papa João Paulo II dirigiu um pensamento especial para a mulher que praticou o aborto.

“Um pensamento especial quero reservá-lo para vós, mulheres que recorreram ao aborto. A Igreja está a par dos numerosos motivos que poderiam ter influído sobre a vossa decisão e não duvida que em muitos casos se tratou de uma decisão difícil, talvez traumática. Provavelmente a ferida no vosso espírito ainda não está sarada. Na realidade, aquilo que aconteceu foi e permanece profundamente injusto. Mas não vos deixeis cair no desânimo, nem percais a esperança.

Se não o fizestes ainda, abri-vos com humildade e confiança ao arrependimento: o Pai de toda a misericórdia espera para vos oferecer o seu perdão e a sua paz no sacramento da reconciliação. Dar-vos-eis conta de que nada está perdido e podereis pedir perdão também ao vosso filho que agora vive no Senhor.

Ajudadas pelo conselho e pela solidariedade de pessoas amigas e competentes, podereis contar-vos, com o vosso doloroso testemunho, entre os mais eloquentes defensores do direito de todos à vida.
Através do vosso compromisso a favor da vida, coroado eventualmente com o nascimento de novos filhos e exercido através do acolhimento e atenção a quem está mais carente de solidariedade, sereis artífices de um novo modo de olhar a vida do homem”.

Prof. Felipe Aquino – católico brasileiro, autor de livros de formação sobre a Igreja e a família.

Pai…

Posted Março 19, 2007 by ocanto
Categories: Uncategorized

… tu me guardas e alimentas.
Tu me educas e me guias.

Obrigado!

“Como o bom exemplo de S. José, que todos os pais possam viver e apreciar a beleza de uma vida simples e de trabalho, cultivando a relação conjugal e cumprindo com entusiasmo a missão educativa, com simplicidade, fidelidade e muito amor.”